terça-feira, 23 de maio de 2017

Santa Pudenciana

Santa Pudenciana


Santa Pudenciana, fachada

Pérola do bairro de Monti e construída sobre termas de Novato do III séc. d.C., por sua vez constrídas sobre as termas da casa do senador Pudente, do I século, esta maravilhosa e hoje discreta igreja teria surgido onde São Pedro fundou o primeiro oratório de Roma, segundo a tradição.

Nave central Santa Pudenciana

Erguida nos IV-V séculos sob os papas Sirício I e Inocêncio I, esta igreja se apresenta a nós hoje a pelo menos 5m abaixo do nível da rua (Via Urbana), com fachada afrescada e redesenhada no século XIX e campanário do final do século XI, um dos primeiros em Roma


Mosaico absidal, Santa Pudenciana

A  relíquia da igreja seria uma tábua de madeira sobre a qual São Pedro teria rezado missa e ordenado bispos durante a sua estadia em Roma.

Capela Caetani

Admirando os mármores da Capela Caetani de Santa Pudenciana

O seu interior foi dividido em três naves em 1588 por Francesco da Volterra, inglobando as antigas colunas que vemos hoje graças ao restauro do século XX. 

Milagre Eucarístico, Santa Pudenciana
 
A nave da esquerda possui a riquíssima capela da família Caetani, com seu milagre eucarístico de marcas de óstia transformada em sangue na pequena escadaria do altar. A capela Caetani foi finalizada pelo grande Maderno – arquiteto que simplesmente realizou a fachada da basílica de São Pedro e possui uma riqueza de mármores dignas de um dicionário de mármores antigos - fica, normalmente fechada ao público, que pode observá-la através do portão de ferro.

Opus sectile, Capela Caetani

Explêndido (definitivamente um dos meus preferidos!) o mosaico da ábside do V século com o Cristo entre as santas Prassede e Pudenciana.

Via Urbana, 160
Monti - Roma
Horário de abertura: das 09.-12 e das 15 às18h

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Três tetos dos Museus Vaticanos

Galeria dos Mapas, teto

Visitar os Museus Vaticanos é uma experiência incrível, pois é uma oportunidade de passear nos palácios dos Papas, conjunto de edifícios que tem a sua origem no VI século e que adquiriram grande importância a partir do retorno dos papas de Avignon, em 1377.

Muitos afrescos dos tetos dos corredores dos papas são a grande surpresa para quem vem pela primeira vez à Roma para ver a Capela Sistina, ou as Salas de Rafael.

Galeria dos Mapas, São Francisco recebe as estigmas

Na sala dedicada a Apolo e às Musas (onde está exposto o famoso Torso do Belvedere), temos várias esculturas em mármore que vêm de diferentes mansões romanas antigas com representações de Apolo, diferentes musas inspiradoras e filósofos.

O afresco é de Tommaso Conca, que cresceu na oficina de pintura do tio, considerado um pintor caravaggescoSebastião Conca, cujos afrescos vemos em várias igrejas de Roma (Santa Cecilia, São Clemente).

Três tetos dos Museus Vaticanos

O tema dos afrescos desta sala também se referem à estórias do deus pagão, Mársia e às suas acompanhantes, em clima do Barroco tardio, anunciando o classicismo romano. Essa sala dos museus, por não ser de proporções gigantescas, é a primeira que nos envolve completamente com esculturas de valor inestimável, e dadas às suas dimensões e forma, nos convida à observar o teto com anteção.

Sala de Apolo e das Musas

Uma curiosidade é a Galeria dos Candelabros, sala dedicada ao Papa Leão XIII, descrito como “o papa da Revolução Industrial” e o primeiro que refletiu sobre a função social da instituição Igreja: aqui temos afrescos de Domenico Torti e Ludovico Seitz que representam este papa e uma máquina fotográfica, pois ele foi o primeiro papa a ser fotografado! Ééééé, os papas sempre estiveram a par dos grandes acontecimentos e não podiam deixar de registrar este fato em maneira monumental!

Galeria dos Candelabros

Galeria dos Candelabros
 
Outros afrescos que impressionam muito o visitante são os falsos relevos da Galeria das Tapeçarias, que foram realizados por ordem de Pio VI, em 1789, com alegorias do seu pontificado.

Afresco da Sala dos Candelabros, com Leão XIII

E se até aqui estamos já de boca aberta, a Galeria dos Mapas será responsável por uma das maiores emoções dos Museus, pois seu teto é decorado por uma combinação de figuras em gesso e afrescos que representam milagres que aconteceram em várias regiões da Itália, realizados por Cesare Nebbia e Girolamo Muziano, por ordem do Papa Gregório XIII Buoncompagni.

Afresco da Galeria dos Mapas

Afresco de Três tetos dos Museus Vaticanos

Certifique-se de ter um bom profissional que o acompanhe aos museus para que a sua experiência e da sua família neste lugar tão especial seja inesquecível. http://www.guiabrasileiraemroma.com.br/contato

domingo, 7 de maio de 2017

Via del Teatro Marcello - 2500 anos de arquitetura

Arco degli Argentari, ou Arco dos "Banqueiros"

Uma das ruas mais antigas e mais bonitas da cidade de Roma é a Via del Teatro Marcelo.
As construções desta rua (mesmo que dos edifícios mais antigos tenhamos somente as fundações) vão desde o período dos reis, mais precisamente ao segundo rei etrusco (Servio Tullio), que os arqueólogos denominaram “Area Sacra de Sant'Omobono” e vão até os prédios da prefeitura do período da arquitetura racionalista de Mussolini. Para quem é apaixonado por História e sente emoções em pisar em um chão que é caminhado há quase três mil anos, Roma nunca para de nos surpreender.


Residencia da família de nobres Pierleoni


Não há documentos que digam que Rômulo fundou Roma, existe somente uma forte tradição e a famosa lenda. Mas na Área Sacra de Sant'Omobono (perto do Foro Boario, ou “feira dos animais”) foram encontrados vasos da Idade do Bronze (“cerâmica apenínica”, séc. XVI-XIII a.C.), vasos gregos do período geométrico (VIII séc. a.C.) e uma inscrição etrusca arcaica embaixo de um edifício, provavelmente um templo do final do VI séc. a.C., início do V séc. a.C.. que nos indicam uma presença muito antiga do Homem nesta zona e sobretudo uma atividade comercial entre gregos e etruscos a partir do VIII séc. a.C., que coincide com a data mítica da fundação da cidade, 753 a.C. e que por sua vez nos faz imaginar esta zona come um grande empório da antiguidade.
 Templo de Pórtunus com a antiga residência dos nobres Crescenzi

Como disse antes, do período arcaico só existem fundações e resultados de cortes longitudinais do terreno, feitos pelos arqueólogos. Mas neste rua existe também o templo mais antigo que chegou até nós em excelente estado de conservação, o Templo de Hércules, do final do II séc. a.C.. Não podemos deixar para trás o Templo de Pórtunus, dedicado à divinidade fluvial, logo ali do lado e datado no início do I séc. a.C..

Templo de Pórtunus, ROma

Logo ali do lado, temos o “Arco degli Argentari” (III d.C.) e uma passagem (hoje fechada pelo Ministério dos Bens Culturais) ao Foro Holitório (“a feira das verduras”). A maravilhosa igreja medieval de Santa Maria in Cosmedin (ou Bocca della Verità) foi construída em parte sobre a antiga Área Máxima de Hércules, um gigantesco altar, provavelmente construído antes da fundação de Roma e parecido com o altar de Ierone II, em Siracusa.

Altar Ierone II, Siracusa

Continuando o nosso percurso no tempo, encontramos parte das antigas residências medievais das famílias nobres dos Pierleoni (muito restaurada) e dos Crescenzi, para passar por edifícios do período do Mussolini e que pertencem à prefeitura, passando pela igreja de São Nicolau emCárcere (construída entre templos antigos), para chegar ao Teatro Marcelo, com as três maravilhosas coluninhas do antigo templo de Apolo Sosiano (V - II séc. a.C.).


Eu definiria esta zona de Roma como “as costas do Foro Romano”, pois hoje a porta principal da área arqueológica é a Via dei Fori Imperiali com os fóruns e o Coliseu
Considero interessante visitar esta zona, que além de linda e com interessantíssimos edifícios, muito provavelmente, pela sua localização aos pés do Palatino e perto do rio com a sua “confortável” ilha Tiberina, foi onde a cidade de Roma nasceu.

Santa Maria in Cosmedin (Bocca della Verità), Roma
 
Bibliografia:
"Guida archeologica di Roma", F. Coarelli
Aula do Prof. Coarelli
Guida Rossa Touring
Enciclopédia Treccani on line: http://www.treccani.it/

sábado, 22 de abril de 2017

2770° Aniversário de Roma - parabéns, Amore Mio!

Visitar Roma é chegar mais perto da nossa própria cultura, pois Roma é o berço da nossa civilização e da nossa língua, é entrar em contato com uma história apaixonante, preenchida por beleza natural com “B” maiúsculo e beleza criada pelo Homem.

Eu, turistando no Circo Máximo dia 21.04.2017 com o Gruppo Storico Romano 
Gruppo Storico Romano no Circo Máximo, 21.04.2017

No período da sua fundação, não creio que toda esta beleza já se encontrasse aqui: as colinas povoadas na Idade do Ferro às margens do Tibre que deram origem à Roma encontravam-se circundadas por largas extensões de terra pantanosa e com malária. Não deve ter sido um panorama idílico. Populações complexas como os Etruscos, Gregos e Fenícios, navegavam o Mediterrâneo como se fosse um lago, enquanto o que viria a ser o povo romano morava em cabanas de pau-a-pique de forma oval e se vestiam com pele de animais.

Foro ROmano, Templo de Saturno e igreja dos Santos Luca e Martina

Passear no Palatino, no Foro, entrar no Coliseu e visitar os Museus Capitolinos (para ficar em uma área bem delimitada, perto da fundação da cidade) é quase uma experiência alucinante, pois nos deparamos com urbanística, esculturas, arquiteturas, engenharia, direito, medicina, economia e fatos vividos pelo homem num arco de tempo que é amplo demais para quem vive no presente sem se colocar muitas perguntas. Isso sem falar do momento em que o mundo foi dormir pagão e acordou cristão... A partir deste momento muitos edifícios de culto serão destruídos, palácios e casas serão re-utilizadas para a construção de igrejas (veja, por exemplo, a Basílica de Santa Cruz: http://guiaderoma.blogspot.it/2017/04/a-basilica-de-santa-cruz-em-jerusalem.html), rendendo à maior parte dos edifícios que vemos hoje uma história milenar e por muitos ângulos, misteriosa. 

Grupo Storico Romano, roupas típicas da antiguidade
   Gruppo Storico Romano no Circo Máximo, 21.04.2017
A meu ver, os resultados de uma viagem à Roma podem ser, entre muitos outros: entender dinâmicas da nossa própria História, ver aumentada a sensibilidade para materiais nobres de construção (o mármore, sobretudo) e cores, aprender o abc da iconografia cristã e descobrir uma culinária extremamente refinada. 

Cavalos na frente do Circo Máximo - demonstração de adestramento

Vir à Roma abre um espaço dentro de nós que é um prazer conquistar ou re-conquistar. Sejam benvindos à Roma, ela está de braços abertos há 2770 anos.

Obrigada à Christina, Laura, Ornella, Simona, Luisa, Suzan, Claudio, Rudi e todo o mundo do turismo que me acompanhou e acompanha nesta caminhada.

Basilica de Santa Sabina

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém


A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

Igreja muito importante por várias razões: suas paredes são antiquíssimas, de uma antiga mansão do IV século d.C. que pertenceu à família do Imperador Constantino. Além disso, aqui são guardadas as relíquias da Santa Cruz, encontrada e trazida do Monte Calvário pela Santa Helena, mãe do imperador.

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

Santa Cruz em Jerusalém é uma das “Sete Igrejas” do percurso de peregrinagem criado por São Filippo Neri no século XVI para opor-se ao Carnaval (“festa pagã”). O santo foi um caro personagem florentino que morou aqui e é muito amado em Roma (apelidado “Pippo Bom”); é o sacerdote inspirador de um oratório que se transformou em congregação pouco após à sua morte.

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

A linda fachada nos lembra imediatamente Borromini, mas é bem posterior a este arquiteto, foi  desenhada pela dupla Passalacqua e Gregorini na metade do século XVIII. O pórtico é o mais bonito de Roma deste período, quando Roma já não era mais um “canteiro de obras” como tinha sido no passado. Sua forma é única, pois oval, um unicum no seu gênero!

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

A nave central também é especial: além do pavimento cosmatesco (restaurado nos anos '30 mas bem irregular e “original” nas naves laterais), a imagem do teto da nave central não é um afresco, mas uma tela, com o tema da “Helena recebida nos Céus”, de Corrado Jarquinto.

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

A ábside tem um afresco do século XV dividido em duas partes: há uma amêndoa com o Cristo dando a benção e embaixo foi representada a tradição na qual vê Santa Helena em Jersulém procurando e encontrando a Vera Cruz. O afresco é de Antoniazzo Romano (artista que já foi mencionado no blog quando falamos de São Pedro em Montório) ou de Melozzo da Forlì. Seja como for, esta dúvida nos mostra o quanto ele é precioso.

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

O baldaquino é talvez o meu preferido em Roma, com muitas desculpas ao amado Arnolfo (de Cambio) pelas maravilhas góticas que construiu nas igrejas de SantaCecília e São Paulo Fora dos Muros, por exemplo, mas as suas colunas de mármores Breccia Rosa e Porta Santa e a “alegria” barroca da estrutura superior são de uma simplicidade e elegância que conquistam meu coração, misturando o antigo com o “moderno”!

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

À direita do altar existe uma pequena cordonata (escadaria com degraus baixos, para ser possível a passagem de cavalos!) que nos leva à Capela de Santa Helena. As paredes são também do antigo palácio do IV século que existia aqui, mas a decoração é renascentista: mosaicos do teto e afrescos. Vemos uma linda escultura antiga (deusa Juno, encontrada em Óstia Antiga) e transformada em Santa Helena e mosaicos provavelmente recalcados sobre mosaicos antigos – o efeito é excelente, pois apesar de não serem os originais do tempo da imperatriz Helena, são realmente maravilhosos.

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém

Através do corredor da esquerda do altar, temos acesso à Capela das Relíquias, de arquitetura moderna do século XX. Aqui esiste o famoso reliquiário da Santa Cruz, elegantemente guardados dentro de tecas realizadas pelo famoso Valadier, que também realizou a maravilhosa teca de Santa Maria Maior.

Roma com guia é muito melhor! Para reservar seu passeio com guia particular em português, entre em contato com a gente através da página:  http://www.guiabrasileiraemroma.com.br/#!contato/c1lmm

A basílica de Santa Cruz em Jerusalém em Roma

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A melhor pizzeria quilo de Trastevere

Pizzeria por quilo em Trastevere

Normalmente citamos três, quatro opções, ou, como no post 11 Restaurantes Top em Roma, onze opções aos leitores. Neste caso não existe concorrência à Pizzeria por quilo "La Boccaccia" de Trastevere, em Roma.

 
Uma pizza é feita de massa e de alguma coisa em cima ou no meio, certo? Com a grande quantidade de napoletanos e arredores que imigraram à São Paulo, o que conhecemos por massa de pizza é uma um pouquinho mais grossa do que se come aqui em Roma.

A melhor pizzeria quilo de Trastevere

Após um primeiro momento de adaptação, você nunca mais vai querer comer uma pizza que pareça pão - às vezes poderá ter vontade de comer uma "napoletana" ou "pugliese", mas uma vez que você tiver saboreado a famosa pizza romana, famosa em toda a Itália mesmo, ela se transformará em sinônimo de pizza!

A melhor pizzeria quilo de Trastevere
 
A Massa da pizzeria La Boccaccia

A massa é composta eclusivamente por água, farinha e azeite extra-virgem - eles gostam de deixar claro que não são utilizados produtos de origem animal na massa, que a tornaria a massa "pesada" e de difícil digestão.

A melhor pizzeria quilo de Trastevere


"La Boccaccia" é, sem sombra de dúvida, a melhor pizzeria que exista em Trastevere, pois ela não é grossa demais, nem fina demais, mesmo que tenda a ser considerada "fina" e crocante; e com a massa mais fina, saboreamos melhor as verduras, queijo, molho de tomate que a compõem!

A melhor pizzeria quilo de Trastevere

Os sabores da La Boccacia

Em matéria de sabores, nunca vi tanta criatividade antes, ouve lá: ricota com abóbora - uma delícia; margherita, a simples pizza com molho de tomate e mozzarella - aqui ela é perfeita!

Funghi e stracchino e Calabrese

Depois temos abobrinha sem queijo, espinafre com stracchino (parecido com o requeijão, mas melhor); atum, molho de tomate, azeitona e magericão (sem queijo);beringela com tomate em quadradinhos e mozzarella, fior di zucca (a flor da abobrinha daqui, coisa muito amada pelos romanos) com mozzarella, abobrinha e pesto... e para quem come carne os clássicos presunto crú e mozzarella, linguiças com brócolis e stracchino, e por aí vai.

A melhor pizzeria quilo de Trastevere

Últimos três conselhos: não deixe de experimentar as cervejas italianas que você vai encontrar na geladeira. Se quiser uma mais leve, experimente a MENABREA, do norte da Itália ou a Ichnusa, da Sardenha!


Se não for das cervejas, esqueça tudo o que já experimentou em matéria de refrigerantes e experimente o "Chin8" ou uma "Aranciata amara", um refrigerante de laranjas amargas, destas que você vê espalhadas pela cidade ;)

Os molhos de pimenta verde e vermelha são feitos pela Nayla, que é a filha do Massimo, o proprietário, e são deliciosos para quem gosta de algum tempero a mais na pizza.

Este é o lugar ideal, é onde faço uma pausa estratégica entre um passeio e outro pela cidade. E Bom Apetite!
 
Saiba mais sobre Trastevere aqui:
http://guiaderoma.blogspot.it/2012/01/alma-de-trastevere.html
Visite a Basílica da Santa Cecília, que fica em Trastevere: http://guiaderoma.blogspot.it/2015/12/santa-cecilia-em-trastevere.html
A igreja construída sobre a casa da família de São Bento, que também fica em Trastevere: http://guiaderoma.blogspot.it/2015/12/igreja-sao-bento-in-piscinula.html  
Ou os famosos afrescos  de Raffaello, da Villa Farnesina: http://guiaderoma.blogspot.it/2013/07/villa-farnesina-afrescos.html
E não perca o melhor sorvete de Trastevere, na Mary! http://guiaderoma.blogspot.it/2016/01/sorveteria-em-roma-mary-de-caravaggio.html

Endereço:
Via di Santa Dorotea, 2,
Horário de abertura: 10h - 00:30h